Governo segue há uma semana sem definição sobre líder na Assembleia

Após o deputado Fábio Novo (PT) anunciar a saída do cargo, ninguém ainda tem resposta sobre o caso, o que deixa o Governo sem líder na Casa

O Governo do Estado chegou a uma semana sem definição quanto quem vai exercer definitivamente a liderança do Governo na Assembleia Legislativa. O impasse continua após o então líder deputado Fábio Novo (PT) pedir publicamente a renúncia do posto, e o governador Wellington Dias apelar para que ele permaneça. Sem uma definição por parte do governador Wellington Dias (PT), que não indica um outro nome e sem Fábio Novo deixar definitivamente o cargo, o Governo ainda não deu sinais de qual próximo passo deve tomar no sentido nomear algum parlamentar. 

Em contato com ODIA, parlamentares ligados ao Governo informaram ainda não ter informações sobre a permanência ou confirmação da saída de Fábio Novo. Enquanto isso, o Governo segue sem um líder para comandar a base governista na Alepi. Até agora, o Governo não conseguiu montar no parlamento estadual uma base sólida, capaz de garantir ao governador a aprovação de medidas de interesse do Governo. 

Na falta de um líder para comandar a articulação na Alepi, Wellington Dias tem investido no diálogo com parlamentares de oposição. Durante a semana passada, ele manteve encontro com todos os deputados de oposição, que até agora tem conseguido vencer o Governo nas principais disputas dentro da Assembleia até o momento, além de por enquanto, também estarem na frente na corrida pela vaga do Tribunal de Contas do Estado. 

O secretário de Governo Merlong Solano também se reuniu ontem (16) com o presidente da Assembleia, Themistocles Filho, para tratar sobre projeto de interesse do Governo que estão tramitando na Casa. 

Entre os nomes mais cotados para assumir o posto está Cícero Magalhães (PT). Suplente, ele assumiu a vaga de deputado após Wellington Dias fazer convocações de parlamentares para o secretariado. Além de experiente, o parlamentar tem transito livre com todos os parlamentares.

Fonte: João Magalhães - Redação Jornal O Dia