Casa da Mulher Brasileira será implantada em Teresina

Uma unidade da Casa da Mulher Brasileira, projeto do Governo Federal que disponibiliza um espaço especializado para atendimento às mulheres em situação de violência, será instalada em Teresina. A proposta prevê a construção de uma estrutura do modelo tipo II, e custará cerca de R$ 5,9 milhões. O serviço inovará a política pública na cidade por integrar, ampliar e articular os equipamentos públicos disponibilizados para as mulheres.

O espaço será construído em um terreno cedido pela Prefeitura de Teresina, no bairro aeroporto, zona Norte da capital, e contará com uma estrutura no formato compacto, com recepção, acolhimento e triagem, apoio psicossocial, centro judiciário da mulher, promotoria especializada, defensoria pública, serviço de promoção de autonomia econômica, dentre outros.

A construção da Casa da Mulher Brasileira no município foi solicitada pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), em junho deste ano. A negociação contou também com o apoio da Secretaria Executiva de Captação de Recursos e Monitoramento da SEMPLAN e foi concluída agora em dezembro. “A presença da Casa em Teresina é um importante indicativo de cuidado à saúde e a situação da mulher teresinense”, afirma o secretário executivo de captação de recursos da Semplan, Ítalo Portela.

Segundo a Secretária da SMPM, Macilane Gomes, esse importante instrumento voltado ao acolhimento de quem sofre todos os tipos de violência foi conquistado através de bom diálogo com a secretaria nacional. “Teresina foi contemplada na medida em que o prefeito Firmino Filho garante a contrapartida financeira, além de ceder o espaço a ser implantado esse serviço tão relevante no enfrentamento a violência contra a mulher. Ficamos felizes com essa conquista que fará uma grande diferença na cidade”, esclarece a secretária.

A Casa da Mulher Brasileira tem por objetivo facilitar o acesso dessas mulheres aos serviços especializados de atendimento, de forma a garantir condições para o enfrentamento da violência vivenciada, o empoderamento da mulher e sua autonomia econômica. Atualmente está em funcionamento em seis capitais, sendo elas: Curitiba, São Paulo, Campo Grande, Fortaleza, São Luís e Boa Vista.

Fonte: Ascom / SEMPLAN